🌿 Meu 2025 o ano em que eu comecei a florescer de novo
2025 chegou diferente.
Não foi sobre começar do zero, mas sobre continuar de onde eu me refiz.
Depois de um 2024 tão intenso e cheio de aprendizados, esse novo ano veio com calma e com uma nova versão minha: mais madura, mais seletiva e muito mais em paz.
Comecei o ano com foco total no que é essencial: minha filha, minha mente e meu futuro.
Me tornei uma mulher mais prática, mais pé no chão.
Aprendi a guardar dinheiro, a planejar meus passos e, principalmente, a dizer “não” quando algo não me soma.
🏡 Um novo sonho: o meu canto com a minha filha
Em 2025, um dos meus maiores desejos ganhou força: ter minha casa própria.
Quero um cantinho só meu e da Ágatha, em paz, do nosso jeitinho.
Pesquisei muito, pensei em bairros como Tijuca, Vila Isabel, Grajaú e Rio Comprido, e comecei a guardar cada centavo com disciplina.
Se antes eu vivia de impulso, agora eu vivo com propósito.
Fiz metas reais:
-
juntar R$ 15.000,00;
-
pagar uma prestação em torno de R$ 1.000,00;
-
e seguir poupando todo mês, mesmo que devagar.
Não é sobre correr, é sobre constância.
💖 Um sonho realizado a minha hidrolipo
2025 também foi o ano em que realizei um sonho antigo: fiz a hidrolipo.
Não foi só estética foi um símbolo de tudo o que venho me tornando.
Quis me olhar no espelho e enxergar a força que construí, o cuidado comigo mesma, a mulher que merecia se sentir bem.
E João teve um papel importante nisso.
Ele acreditou em mim, me apoiou e me ajudou a tornar esse sonho real.
Foi bonito ver que, mesmo depois de tantas fases e altos e baixos, ainda existem pessoas que torcem de verdade, que somam, que cuidam.
A recuperação não foi simples e eu levei a sério cada etapa.
Um mês e meio depois, eu já estava melhor, caminhando, voltando à rotina, mais leve e confiante.
Foi o tipo de vitória silenciosa, daquelas que só quem passou entende o tamanho.
🕊️ O fundo do poço e o renascimento
Mas nem tudo em 2025 foi fácil.
Teve um momento em que eu quebrei de verdade.
A cabeça ficou pesada, o coração cansou e eu precisei de ajuda.
Fui internada sim, numa Clinica Psiquiatrica.
Palavra dura, né? Mas real.
E foi ali, naquele lugar que muita gente teria vergonha de falar, que eu encontrei o começo da minha cura.
Descobri que pedir ajuda não é fraqueza é coragem.
Passei dias difíceis, mas também dias de reflexão profunda.
Voltei diferente.
Mais consciente de mim, do que quero, do que preciso.
Entendi que minha mente também precisa de cuidado, descanso e amor.
Hoje falo disso sem medo, porque sei que alguém pode se ver em mim.
E se eu consegui sair de lá e recomeçar, qualquer pessoa consegue.
A fé foi o que me segurou, e o amor da minha filha me manteve de pé.
💼 Trabalho, fé e foco
Mesmo com tudo isso, não parei.
Continuei trabalhando em eventos, coordenação e tudo o que apareceu.
Mas aprendi que meu valor não é medido pelo tanto que eu faço, e sim pelo quanto eu me respeito.
Voltei a estudar, a planejar a faculdade, e continuo sonhando com algo na área da saúde Psicologia ou Medicina porque quero entender as pessoas, quero cuidar, quero transformar.
A terapia segue firme, e Deus segue sendo meu equilíbrio.
Hoje oro em silêncio, mas com fé gigante.
Porque só quem já quase perdeu o rumo entende o quanto a paz é sagrada.
O amor que me ancora
Ágatha continua sendo o motivo de tudo.
Cada decisão, cada mudança, cada novo passo é por ela e por mim.
Ela me ensina leveza, me dá colo em forma de sorriso e me lembra que o amor puro existe, mesmo depois de tudo.
João também esteve presente em muitos momentos.
Com erros e acertos, ele fez parte da minha reconstrução.
E por mais que a vida mude, reconheço o que foi real e sou grata.
💫 Eu, de volta pra mim
Se 2024 foi o ano da dor e do recomeço,
2025 foi o ano da cura e da coragem.
Foi o ano em que me olhei no espelho e vi orgulho.
Da mulher que caiu, chorou, mas levantou diferente.
Da mãe que não desistiu.
Da filha que aprendeu a perdoar.
Da mulher que, enfim, se ama com cicatrizes, com histórias e com verdade.
E se tem algo que aprendi nesses dois anos é que a vida não para pra ninguém,
mas a gente pode escolher o ritmo em que quer dançar.
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