Sabe quando a vida decide brincar de roteirista de novela? Pois é. A minha um dia resolveu fazer um crossover de “Amigas & Rivais” com “A Usurpadora”. Resultado: traição dupla. Sim, eu virei protagonista sem pedir. 👀 De um lado, ele. Do outro, ela. E eu? No meio, igual meme: “gente, que baixaria é essa?” Doeu? Óbvio. Eu sou Escorpiana demais pra fingir que não senti. Foi uma fase daquelas que a gente pensa que nunca vai levantar da cama, mas levanta porque boletos e autoestima exigem. 😂 Mas aí vem a parte que ninguém espera: eu perdoei. Sim, eu mesma. A menina que poderia guardar rancor, bloquear geral e escrever textão indireto. Mas não… eu escolhi ser feliz , não ficar alimentando amargura em pote de sorvete . Não foi sobre voltar atrás, foi sobre seguir em paz . Eu entendi que quando o outro escolhe trair, o problema é dele, não meu. Maturidade é entender que gente fraca toma decisões fracas e a gente não precisa viver carregando isso nas costas. A vi...
Hoje o dia começou cedo, às 5 da manhã. Acordei para acompanhar o João numa corrida no Aterro. Ele correu 15 km e, mesmo já tendo feito os 21 km da subida do Cristo Redentor, que foi algo admirável, ver ele correndo ali, no nascer do sol, me encheu de orgulho e alegria. Depois encontrei meu pai, meu irmão, minha cunhada, minha sobrinha Melinda e minha filha, Ágatha, na praia. Foi um momento leve, cheio de vida. A Melinda, que sempre teve medo do mar, hoje venceu esse medo. Ela correu na água, catou conchas com a Ágatha e dizia com um sorriso lindo: Eu amo o Mar, titia. Foi tão lindo ver as duas se divertindo, meu pai junto, e eu ali, sentada na beirinha, só observando a alegria que Deus me permitiu viver naquele instante. Mais tarde, fui dar um beijo de aniversário em uma amiga muito querida. Depois voltei pra casa, e passamos a tarde tranquilos. O calor era forte, o cansaço bateu e por volta das 18h15, o despertador tocou. Era hora do culto. Confesso: minha vontade era ficar. Eu estav...
Hoje eu entendi que não existe mais “nós”. Existe só eu… e o silêncio que ficou depois de tudo... Eu sempre achei que término era uma decisão. Mas não é. As vezes é um esgotamento lento, uma despedida que acontece por dentro muito antes de ser dita em voz alta. Eu quis terminar tantas vezes… tantas. Mas eu ficava. Por empatia. Por lembrar da dor do outro. Por saber o que é se sentir abandonado, perdido, insuficiente. Eu ficava porque sabia o quanto doía. Só que ninguém pergunta quanto dói em quem fica sem ter psicológico pra ficar. Eu não tinha estrutura emocional. Eu sabia disso. Eu sentia isso no corpo, no cansaço, nas crises. E mesmo assim… eu tentei. Procurei ajuda. Fui atrás de psicóloga. Apos meu plano nao aceitar mais aas consultas com ela, paguei consultas á parte. Me expus. Revirei feridas. Fiz o que eu podia pra sustentar algo que eu acreditava que ainda tinha salvação. E agora… ironicamente… ele que está com o psicológico abalado. Ele que precisa cuidar de si. Ele q...
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